Mas „A História Esquecida da Hospedaria na Estrada“ é Terror?

Faz tempo que eu não publico nada por aqui, porque eu ando trabalhando muito e manter o blog atualizado custa um tempo que eu não tenho no momento. Mas tem tanta gente me perguntando se o meu novo livro „A História Esquecida da Hospedaria na Estrada“ é de terror, que eu resolvi tirar esta dúvida. E a resposta é: „Não exatamente. É um Conto de Fadas, porém sombrio.“

 

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Aqueles que já leram algo meu sabem que eu escrevo sobre comportamento humano. Sempre. Eu nunca escondi que meus livros são a minha terapia, que eu escrevo para assimilar minhas experiências pessoais, entre outros, coisa que eu só sei fazer através dos mundos que eu crio.

Na minha Trilogia da Salvação (que está parada, mas este é um outro assunto), os temas principais, os motivos que me levaram a escrevê-la, são: violência contra a mulher, fanatismo religioso e desamor. Todos os Universos de Ficção Fantástica, que saem de mim, são um espelho do mundo real, das nossas ações, principalmente daquelas das quais não nos orgulhamos.

Em „A História Esquecida da Hospedaria na Estrada“ não é diferente. Se eu falar muito, é spoiler, portanto, eu me limito em dizer que este é um livro sobre escolhas, sobre as prisões da sociedade, sobre aquilo que fazemos para agradar aos outros e não a nós mesmos. Sobre desistir de si mesmo e sobre Sonhos Mortos. Meu narrador é o Tempo porque ele é, para mim, o terceiro deus mais poderoso, depois do Amor e da Morte. E o mais impiedoso.

Mas tem terror no livro?

  Sem sombra de dúvidas! Há um capítulo inteiro dedicado somente aos arrepios na nuca, e o sombrio se faz presente durante toda a narrativa, pois este é um Conto de Fadas… da Morte. Só que sem exagero.

E, como em todo bom Conto de Fadas, há também neste um grande amor em jogo, que…

Bem, para isso vocês terão que ler o livro, inquilinos! 😉

O motivo de Chronos ter dezesseis anos neste livro também é spoiler, mas, uma coisa, vocês podem saber sobre meu amado narrador e a fada Linumê:

„Que eu a amei, não é segredo algum. Tais coisas como sentimentos são corriqueiras quando se é humano (embora, eu já a amasse antes disso, mas isso é somente um detalhe).

Eu já sabia, naquela época, que era irracional amá-la, e, que se eu quisesse que ela me visse com outros olhos, eu teria de ter entrado em uma capa humana que fosse pelo menos quinze anos mais velha que aquela que eu vestia. Ou, quem sabe, nem isso a teria feito me amar? Eu confesso evitar tais pensamentos.

Eu compreendi rapidamente que era ingênuo e sem sentido da minha parte querê-la para mim. Eu sabia disso. Porque o meu corpo era jovem, mas os meus pensamentos ainda eram os meus de sempre, e eles são tão antigos quanto o mundo. Portanto e infelizmente esta sabedoria de nada me serviu, porque mesmo com ela, eu não sabia como lutar contra o meu coração. E, então eu aprendi – embora não sem pesar – mais uma coisa sobre o amor: que a gente não consegue controlá-lo… nem mesmo fazendo uso da razão.“

Leia o prólogo e o primeiro capítulo do livro, clicando aqui!

O livro já pode ser adicionado à estante de vocês no Skoob! É só clicar aqui!

É isso, inquilinos!

Obrigada pela visita, até a próxima e fiquem ligados nas minhas páginas nas redes sociais, que, em breve, eu vou iniciar as promoções de lançamento.